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Sunday, 9 January 2011
CARLOS CASTRO: A AUTÓPSIA
Carlos Castro: Autópsia revela morte por asfixia e golpes na cabeça
A autópsia a Carlos Castro revela que o foi vítima de homicídio, por asfixia e golpes desferidos na cabeça. Testemunhas revelam que horas antes do corpo ser encontrado ouviram uma discussão onde Renato Seabra afirmava não ser gay.
A polícia nova iorquina continua a analisar a cena do crime
Jessica Rinaldi/Reuters Golpes violentos na cabeça e asfixia terão sido as causas da morte do colunista Carlos Castro, de 65 anos, que foi encontrado morto num quarto de hotel em Nova Iorque. De acordo com a informação avançada pela SIC, o resultado da autópsia confirma que o jornalista foi vítima de homicídio.
O corpo de Carlos Castro foi encontrado no Hotel Intercontinental, em Times Square, no quarto que o colunista partilhava com o modelo Renato Seabra, de 21 anos, que é agora o principal suspeito do homicídio. A SIC avança ainda que a mãe e a irmã do jovem estão a caminho de Nova Iorque e que a polícia portuguesa ainda não entrou em contacto com as autoridades norte-americanas.
Carlos Castro foi encontrado já sem vida, cheio de sangue, com lesões na cabeça e com sinais de mutilação sexual. Segundo o jornal "The New York Post ", os testículos do colunista português terão sido cortados com uma garrafa de vidro partida. Já manchas de sangue encontradas num computador portátil poderão indicar que foi esse o objeto usado para atingir o jornalista na cabeça.
"Não sou gay!", gritou Seabra
De acordo com o mesmo jornal norte-americano, testemunhas terão ouvido naquela tarde uma discussão entre o modelo e o colunista, com o rapaz a gritar que na realidade era heterossexual e que estava naquela situação "apenas pelo dinheiro".
Depois do corpo de Carlos Castro ter sido encontrado, Renato Seabra foi detido pela polícia, mantendo-se em observação médica na unidade psiquiátrica de um hospital de Nova Iorque.
Pelo crime de homicídio, Seabra enfrenta a pena perpétua, a máxima no Estado de Nova Iorque, além de impossibilidade de liberdade condicional. A extradição é pouco habitual quando o crime é cometido por estrangeiros.
17:18 Domingo, 9 de Janeiro de 2011
http://aeiou.expresso.pt/carlos-castro-autopsia-revela-morte-por-asfixia-e-golpes-na-cabeca=f624963
Jessica Rinaldi/Reuters Golpes violentos na cabeça e asfixia terão sido as causas da morte do colunista Carlos Castro, de 65 anos, que foi encontrado morto num quarto de hotel em Nova Iorque. De acordo com a informação avançada pela SIC, o resultado da autópsia confirma que o jornalista foi vítima de homicídio.
O corpo de Carlos Castro foi encontrado no Hotel Intercontinental, em Times Square, no quarto que o colunista partilhava com o modelo Renato Seabra, de 21 anos, que é agora o principal suspeito do homicídio. A SIC avança ainda que a mãe e a irmã do jovem estão a caminho de Nova Iorque e que a polícia portuguesa ainda não entrou em contacto com as autoridades norte-americanas.
Carlos Castro foi encontrado já sem vida, cheio de sangue, com lesões na cabeça e com sinais de mutilação sexual. Segundo o jornal "The New York Post ", os testículos do colunista português terão sido cortados com uma garrafa de vidro partida. Já manchas de sangue encontradas num computador portátil poderão indicar que foi esse o objeto usado para atingir o jornalista na cabeça.
"Não sou gay!", gritou Seabra
De acordo com o mesmo jornal norte-americano, testemunhas terão ouvido naquela tarde uma discussão entre o modelo e o colunista, com o rapaz a gritar que na realidade era heterossexual e que estava naquela situação "apenas pelo dinheiro".
Depois do corpo de Carlos Castro ter sido encontrado, Renato Seabra foi detido pela polícia, mantendo-se em observação médica na unidade psiquiátrica de um hospital de Nova Iorque.
Pelo crime de homicídio, Seabra enfrenta a pena perpétua, a máxima no Estado de Nova Iorque, além de impossibilidade de liberdade condicional. A extradição é pouco habitual quando o crime é cometido por estrangeiros.
17:18 Domingo, 9 de Janeiro de 2011
http://aeiou.expresso.pt/carlos-castro-autopsia-revela-morte-por-asfixia-e-golpes-na-cabeca=f624963
SOFIA ALVES RECORDA CARLOS CASTRO
Carlos Castro morto em Nova Iorque
Sofia Alves disse, este sábado, em declarações à TVI, que Carlos Castro lhe confidenciava que temia morrer assassinado. A actriz e amiga do jornalista encontrado morto, esta sexta-feira, num hotel de Nova Iorque, recorda que o amigo estava «feliz».
«Era uma relação muito curta, com três meses. Ele estava completamente apaixonado, na fase mais feliz da vida dele. Houve alturas em que ele confidenciou e isto é muito estranho, porque ele sabia que ia ser assassinado. Ele dizia: "eu sei que vou morrer assassinado". Sempre disse isto, que achava que um dia ia aparecer morto», recordou Sofia Alves, visivelmente emocionada.
» Consulado aguarda chegada da família de Renato Seabra a Nova Iorque
Sofia Alves disse, este sábado, em declarações à TVI, que Carlos Castro lhe confidenciava que temia morrer assassinado. A actriz e amiga do jornalista encontrado morto, esta sexta-feira, num hotel de Nova Iorque, recorda que o amigo estava «feliz».
«Era uma relação muito curta, com três meses. Ele estava completamente apaixonado, na fase mais feliz da vida dele. Houve alturas em que ele confidenciou e isto é muito estranho, porque ele sabia que ia ser assassinado. Ele dizia: "eu sei que vou morrer assassinado". Sempre disse isto, que achava que um dia ia aparecer morto», recordou Sofia Alves, visivelmente emocionada.
«O que eu sei é que ele era estudante. Que estaria a estudar em Coimbra e que frequentemente ficava na casa do Carlos Castro, que o Carlos Castro lhe dava tudo, grandes presentes e viagens. E dizia que ele era óptima pessoa e que o respeitava muito e que o tratava muito bem», acrescentou a actriz.
Consulado aguarda chegada da família de Renato Seabra a Nova Iorque
Carlos Castro: cônsul em Nova Iorque a acompanhar o caso
Cláudio Montez, amigo de Carlos Castro mostrou-se chocado com o final desta história: «É estranho, porque as mensagens não traziam nenhuns indícios. Eu tive mais medo de outro tipo de relações que o Carlos teve do que propriamente desta».
Margarida Martins, presidente da Associação Abraço, recordou que o amigo estava feliz: «Sabia que ele estava feliz com esta viagem. Não tinha falado com ele nos últimos tempos, mas sabia que ele estava muito feliz com esta viagem. Por isso, hoje de manhã foi um choque quando soube da notícia».
Suspeito arrisca prisão perpétua
O suspeito da morte de Carlos Castro, encontrado com marcas de violência e de mutilação num quarto de hotel em Nova Iorque, está internado na ala psiquiátrica de um hospital da cidade . A jornalista da Agência Financeira, Marta Dhanis, a viver em Nova Iorque e em serviço especial para a TVI tentou contactar o hospital para obter informações sobre o estado de saúde do jovem modelo Renato Seabra. Mas o hospital recusou fornecer qualquer informação.
O jovem modelo, que terá tentado o suicídio, depois de abandonar o hotel, ainda não terá sido interrogado pela polícia, porque ainda não foi liberado pelos médicos para tal. Se for acusado da morte de Carlos castro, o jovem arrisca uma pena de prisão perpétua , sem direito a pedir condicional. E Renato arrisca mesmo ser julgado nos Estados Unidos. A extradição é pouco habitual quando o crime é cometido por estrangeiros, disse à Lusa Tony Castro, luso-americano ex-procurador de Justiça do Bronx.
Carlos Castro foi encontrado morto, esta sexta-feira à noite, num quarto de hotel em Nova Iorque. Mónica Pires, que deu o alerta depois do atraso de Carlos Castro para um encontro, foi ouvida durante quase oito horas pelas autoridades norte-americanas. A filha do jornalista Luís Pires, amiga de Carlos Castro, contou que chegou à esquadra da polícia cerca das 20:00 (horas locais, menos cinco que em Lisboa) e saiu às 3:45. O longo interrogatório foi conduzido pelo procurador de Nova Iorque e pelos investigadores que estão a acompanhar o caso.
Discussão por dinheiro
Carlos Castro e o companheiro, Renato Seabra, terão discutido por questões de dinheiro, avança o «New York Daily News», citando fontes policiais. A polícia aventa mesmo a possibilidade de o crime se ter dado na sequência dessa discussão.
De acordo com o jornal, a polícia acredita que o modelo atacou Carlos Castro depois de ele o ter acusado de o ter roubado.
http://diario.iol.pt/sociedade/carlos-castro-renato-seabra-renato-seabra-modelo-carlos-castro-morto-modelo-renato-seabra-tvi24/1224387-4071.html
NINGUEM QUER ACREDITAR EM CANTANHEDE
Colunista social assassinado em hotel de Nova Iorque
Renato Seabra, um rapaz normal, bom aluno e desportista, que gosta de ver novelas acompanhado pelas irmãs
Renato Seabra, um rapaz normal, bom aluno e desportista, que gosta de ver novelas acompanhado pelas irmãs
Na cidade onde nasceu Renato Seabra, e na sua agência, misturam-se o espanto e a impressão de que tudo parece um “filme”.
Pouco passa das 17h e os cadetes do Basquetebol Clube de Cantanhede (BCC) perdem, em casa, com o Olivais de Coimbra. Ainda em Novembro último, o jovem modelo Renato Seabra, principal suspeito da morte do cronista social Carlos Castro, em Nova Iorque, esteve neste pavilhão a treinar com a equipa sénior. Foi também a poucos metros dali que Renato Seabra concluiu o secundário, seguindo-se a licenciatura em Desporto, na Universidade de Coimbra. Durante este ano lectivo, o jovem de 21 anos está a tentar concluir a última cadeira da licenciatura, ao mesmo tempo que trabalha como modelo.
Um colega de equipa de quando Renato Seabra jogava no BCC nem quer acreditar na notícia de que todos falam, durante a tarde pacata da cidade de Cantanhede. “Parece uma daquelas cenas de filme”, diz, com ar pensativo. De sapatilhas e roupa desportiva, não compreende o que se passou. “É um tipo normal, calmo, mesmo a jogar basquetebol, e era um bom jogador.” Procura uma explicação: “Deve ter tido razões muito fortes para fazer aquilo.”
O ex-companheiro de equipa assegura que não notou nada de diferente no colega de balneário depois de Renato Seabra ter sido fi nalista do concurso da SIC À Procura de Um Sonho, promovido em conjunto com a agência de modelos Face Models de Fátima Lopes. Já quando questionado sobre o relacionamento do modelo com raparigas e rapazes responde sem hesitar: “Sempre deu a entender que gostava de raparigas, como todos nós”, acrescentando que nunca notou nada que pudesse indicar uma eventual inclinação para pessoas do mesmo sexo.
Um jovem calmo
A criadora de moda Fátima Lopes, cuja Face Models representa o manequim de 21 anos na sequência do concurso da SIC, recorda ao PÚBLICO como “toda a equipa tem a melhor impressão dele: desde a [ex-modelo] Fiona ao [professor de passerelle no À Procura de Um Sonho] Crispim, que lhe deram aulas”. “E todos achámos engraçado e diferente o facto de ele ter dito que gosta de ver novelas com a irmãs”, recorda a estilista.
Depois de ter falado ontem com alguns dos participantes no concurso da SIC, no qual Renato Seabra foi um dos três finalistas, não conquistando o primeiro lugar, Fátima Lopes indica que todos lhe disseram que “o Renato não era homossexual, se o era escondeu-o de toda a gente”. E todos desconheciam, tal como a criadora de moda, qualquer relação com o cronista social Carlos Castro.
Em Cantanhede, outro jovem que foi colega de Renato Seabra na escola secundária da cidade e depois na licenciatura de Desporto, em Coimbra, descreve-o como “um bom aluno, mais no liceu do que na faculdade, mas mesmo assim bom aluno”. Quanto à maneira de ser, “é uma pessoa extremamente calma, brincalhona quando está a praticar desporto”. Por isso este colega de estudos diz-se “chocado” com as suspeitas que recaem sobre o jovem de Cantanhede. “Para ter feito uma coisa assim, houve qualquer coisa por trás”, garantiu o jovem, que preferiu não ser identifi cado.
Em Cantanhede, as pessoas dizem conhecer Renato Seabra, lembram-se dele dos desfiles de moda organizados pelas lojas locais, mas não se alargam em comentários.
A mãe de um jovem de 21 anos que teve um percurso académico e desportivo semelhante ao de Renato Seabra – iniciaram-se ambos no basquetebol por volta dos nove anos de idade – começa por dizer que não pode falar, mas acaba por declarar: “É um menino normal, como o meu, que gostava das raparigas e até andava atrás da Beatriz, que tem a mesma idade.”
“Nunca entrou em conflitos”
A mãe garante que Renato Seabra “nunca entrou em conflitos” e que ele e o seu filho “davam-se bem”. “Ele queria ser modelo. Tenho uma boa imagem dele.” De tal forma que não queria crer no que ouvia no momento em que soube do homicídio de Carlos Castro. “Quando disseram, na televisão, que tinha sido o Renato Seabra de Cantanhede eu disse para mim: ‘Não pode ser, impossível.’”
09.01.2011 - 11:32 Por Aníbal Rodrigues, Maria Antónia Ascensão
http://www.publico.pt/Media/renato-seabra-um-rapaz-normal-bom-aluno-e-desportista_1474301
Pouco passa das 17h e os cadetes do Basquetebol Clube de Cantanhede (BCC) perdem, em casa, com o Olivais de Coimbra. Ainda em Novembro último, o jovem modelo Renato Seabra, principal suspeito da morte do cronista social Carlos Castro, em Nova Iorque, esteve neste pavilhão a treinar com a equipa sénior. Foi também a poucos metros dali que Renato Seabra concluiu o secundário, seguindo-se a licenciatura em Desporto, na Universidade de Coimbra. Durante este ano lectivo, o jovem de 21 anos está a tentar concluir a última cadeira da licenciatura, ao mesmo tempo que trabalha como modelo.
Um colega de equipa de quando Renato Seabra jogava no BCC nem quer acreditar na notícia de que todos falam, durante a tarde pacata da cidade de Cantanhede. “Parece uma daquelas cenas de filme”, diz, com ar pensativo. De sapatilhas e roupa desportiva, não compreende o que se passou. “É um tipo normal, calmo, mesmo a jogar basquetebol, e era um bom jogador.” Procura uma explicação: “Deve ter tido razões muito fortes para fazer aquilo.”
O ex-companheiro de equipa assegura que não notou nada de diferente no colega de balneário depois de Renato Seabra ter sido fi nalista do concurso da SIC À Procura de Um Sonho, promovido em conjunto com a agência de modelos Face Models de Fátima Lopes. Já quando questionado sobre o relacionamento do modelo com raparigas e rapazes responde sem hesitar: “Sempre deu a entender que gostava de raparigas, como todos nós”, acrescentando que nunca notou nada que pudesse indicar uma eventual inclinação para pessoas do mesmo sexo.
Um jovem calmo
A criadora de moda Fátima Lopes, cuja Face Models representa o manequim de 21 anos na sequência do concurso da SIC, recorda ao PÚBLICO como “toda a equipa tem a melhor impressão dele: desde a [ex-modelo] Fiona ao [professor de passerelle no À Procura de Um Sonho] Crispim, que lhe deram aulas”. “E todos achámos engraçado e diferente o facto de ele ter dito que gosta de ver novelas com a irmãs”, recorda a estilista.
Depois de ter falado ontem com alguns dos participantes no concurso da SIC, no qual Renato Seabra foi um dos três finalistas, não conquistando o primeiro lugar, Fátima Lopes indica que todos lhe disseram que “o Renato não era homossexual, se o era escondeu-o de toda a gente”. E todos desconheciam, tal como a criadora de moda, qualquer relação com o cronista social Carlos Castro.
Em Cantanhede, outro jovem que foi colega de Renato Seabra na escola secundária da cidade e depois na licenciatura de Desporto, em Coimbra, descreve-o como “um bom aluno, mais no liceu do que na faculdade, mas mesmo assim bom aluno”. Quanto à maneira de ser, “é uma pessoa extremamente calma, brincalhona quando está a praticar desporto”. Por isso este colega de estudos diz-se “chocado” com as suspeitas que recaem sobre o jovem de Cantanhede. “Para ter feito uma coisa assim, houve qualquer coisa por trás”, garantiu o jovem, que preferiu não ser identifi cado.
Em Cantanhede, as pessoas dizem conhecer Renato Seabra, lembram-se dele dos desfiles de moda organizados pelas lojas locais, mas não se alargam em comentários.
A mãe de um jovem de 21 anos que teve um percurso académico e desportivo semelhante ao de Renato Seabra – iniciaram-se ambos no basquetebol por volta dos nove anos de idade – começa por dizer que não pode falar, mas acaba por declarar: “É um menino normal, como o meu, que gostava das raparigas e até andava atrás da Beatriz, que tem a mesma idade.”
“Nunca entrou em conflitos”
A mãe garante que Renato Seabra “nunca entrou em conflitos” e que ele e o seu filho “davam-se bem”. “Ele queria ser modelo. Tenho uma boa imagem dele.” De tal forma que não queria crer no que ouvia no momento em que soube do homicídio de Carlos Castro. “Quando disseram, na televisão, que tinha sido o Renato Seabra de Cantanhede eu disse para mim: ‘Não pode ser, impossível.’”
09.01.2011 - 11:32 Por Aníbal Rodrigues, Maria Antónia Ascensão
http://www.publico.pt/Media/renato-seabra-um-rapaz-normal-bom-aluno-e-desportista_1474301
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