Saturday, 22 January 2011

FOI CARLOS CASTRO QUE PROCUROU RENATO NO FACEBOOK

Crime

Reveladas conversas privadas entre Carlos Castro e Renato Seabra

A dúvida mantinha-se. Os amigos de Carlos Castro afirmam que foi o jovem modelo, Renato Seabra, que quis começar a amizade com o colunista, enviando-lhe um pedido através do Facebook, os amigos e colegas de Renato lembravam que tinha sido Carlos Castro a procurar o jovem.

Mas foi, de facto, Carlos Castro que procurou Renato através da rede social, meses antes do crime, revela hoje uma conversa colocada no perfil de fãs de Renato Seabra no Facebook, e que já prolifera por todos os meios de comunicação social.

É a 9 de Outubro que o colunista envia um pedido de amizade a Renato. O jovem modelo aceita e Carlos Castro escreve “Olá Renato, muito grato e um abraço”. A partir daí a conversa não acaba. No mesmo dia, mas mais tarde, Carlos Castro volta a escrever a Renato, enviando-lhe novamente uma mensagem: “Já sabes, vai falando. Abraços”.

Depois disto, Renato aproveita e pede conselhos a Carlos Castro sobre o mundo da moda: “Olá!! Gostava de falar consigo em relação ao mundo da moda que é novo para mim!! Sendo uma pessoa com experiência quais são as dicas que me dá para vir a crescer nesse mundo?”. E Carlos Castro responde: “Vou ao Porto, ao Portugal Fashion, estás por perto? Acho-te giro e és altíssimo, falamos se quiseres. Um abraço amigo”. Carlos Castro adianta ainda ao jovem que, no Porto, ficará hospedado do hotel Sheraton.

Renato e Carlos encontraram-se no Porto

De acordo com o jornal Sol, Renato terá ido ao Porto e ao hotel onde estava Carlos Castro, levado pela mãe, que esperou no carro enquanto os dois falavam. Mais conversas aconteceram dias depois.

Carlos Castro envia uma mensagem ao jovem, novamente através do Facebook. “Querido, hoje sábado, aqui estou (ainda) no hotel, já tomei o pequeno almoço (pensei em ti muito), é para te mandar ternuras e beijinhos esperando que estejas bem. Está sol no Porto (és tu) e já tenho saudades tuas. Tantas. Pensa bem por ti e para ti em tudo. Quero estimar-te muito beijinhos grandes.”

No mesmo dia, Renato responde à mensagem de Carlos Castro, revelando que também já trocavam mensagens através do telemóvel dizendo: “Como te disse por mensagem também tenho pensado muito em ti... pensei em tudo o que disseste e quero estar contigo!!! Um beijinho grande”.

http://www.destak.pt/artigo/84952

"RENATO ESTÁ PÁLIDO, MUITO MAGRINHO, PARECE UM MENDIGO..."


Em entrevista ao semanário Sol, Odília Pereirinha, mãe de Renato Seabra, recorda a sucessão de acontecimentos dos últimos meses e descreve o estado atual do filho como apático e psicologicamente muito perturbado.

Devastada, a mãe de Renato Seabra revela à jornalista Felícia Cabrita que, no encontro com o filho, não o questionou sobre o crime e que este não falou qualquer palavra sobre o homicídio de Carlos Castro.

«Está pálido, muito magrinho,parece um mendigo», descreve a enfermeira de 53 anos.

«Está em choque, não tem um discurso coerente, tem paragens», evidencia ainda a mãe que garante que essa não é uma «estratégia da defesa» e que o filho «está verdadeiramente afetado psicologicamente».

Odília Pereirinha relembra a alegria do filho quando conheceu Carlos Castro. «Estiveram cerca de duas horas a falar e, quando o Renato voltou, vinha muito feliz», conta evidenciando a crença de mãe e filho de que o cronista iria ajudar o jovem a vencer no mundo da moda.

A mãe de Renato Seabra admite que sabia que Carlos Castro «era gay assumido» mas que, por não ser preconceituosa, não viu «nada de errado» na relação deste com o filho a quem educou também para não ser «preconceituoso». Afirma ainda que Carlos Castro lhe disse que iria ser «o pai que Renato nunca teve».

Como sinais de desconforto na relação entre Renato Seabra e Carlos Castro, Odília Pereirinha refere apenas que o filho se queixara de «luxúria» na vida de Carlos Castro durante uma viagem a Madrid e questionada pela jornalista Felícia Cabrita; «Luxúria como?», relaciona a queixa do filho com idas a restaurantes caros e o contato com famosos.

Na entrevista, Odília Pereirinha volta a contar os últimos telefonemas do filho, que queria regressar de Nova Iorque antes da data prevista argumentando que «nao conseguia respirar».

http://www.lux.iol.pt/nacionais/renato-seabra-felicia-cabrita-sol-carlos-castro-mae-odilia-pereirinha/1227525-4996.html

Friday, 21 January 2011

PAI DE RENATO EM NOVA IORQUE PARA APOIAR O FILHO

Família continua a queixar-se da falta de apoio

Pouco se tem falado no pai do modelo Renato Seabra, 21 anos, detido no Bellevue Hospital, em Nova Iorque, suspeito do homicídio do cronista Carlos Castro. Mas o enfermeiro, que se divorciou da mãe de Renato quando este tinha quatro anos, também já voou para os Estados Unidos para apoiar o filho.

O modelo de 21 anos, suspeito do homicídio do cronista Carlos Castro, continua detido no Bellevue Hospital (Foto: Reuters)

"Uns dias depois de a mãe do Renato ter chegado a Nova Iorque, o pai viajou para lá e ainda está lá a acompanhá-lo", adiantou ontem ao PÚBLICO José Malta, cunhado do modelo.

O familiar explicou que o jovem praticamente deixou de ter contacto pessoal com o pai quando este se divorciou da mãe e começou uma vida nova no Algarve, onde vive com a actual família. "Mas com a participação de Renato num programa da SIC houve uma reaproximação e, no contexto actual, o pai decidiu ir vê-lo", conta José Malta.

A família continua a queixar-se da falta de apoio das autoridades portuguesas e norte-americanas, nomeadamente ao nível da informação, e prepara-se para avançar com uma iniciativa que visa arrecadar fundos para ajudar a pagar a defesa do jovem modelo. "Provavelmente no fim-de-semana, vamos anunciar a solução para conseguir algum apoio", refere o cunhado de Renato, que garante que a defesa do modelo "fica muito cara". Sem saber avançar um montante total, José Malta precisa que no consulado português os informaram de que só um tradutor custa cerca de 100 euros a hora.

O advogado do modelo, David Touger, não adianta pormenores sobre os seus honorários nem as custas judiciais nos Estados Unidos. Contactado ontem pelo PÚBLICO, o representante limitou-se a dizer que Renato planeia uma "defesa rigorosa" e repetiu que "ninguém se deve precipitar a tirar conclusões nesta altura, porque nem todos os factos são conhecidos pelo público".

Para o psicólogo clínico Paulo Sargento, professor na Universidade Lusófona, "é muito provável" que este crime tenha sido a primeira manifestação de uma patologia ligada à esquizofrenia. "O comum é a primeira descompensação ocorrer entre os 20 e os 30 anos. Normalmente associada à saída do núcleo familiar e a factores de stress", diz Sargento. O psicólogo clínico acredita que a defesa irá tentar invocar a inimputabilidade do jovem durante o acto (falta de consciência da ilicitude das suas acções) ou, pelo menos, a imputabilidade diminuída (há a consciência do acto, mas uma patologia não lhe permitiu agir de acordo com ela).

Este crime tem provocado várias reacções homofóbicas, uma situação que preocupa a ILGA Portugal, uma associação que promove os direitos dos homossexuais. O presidente da ILGA, Paulo Côrte-Real, alerta os órgãos de comunicação para estarem atentos ao conteúdo dos comentários online dos leitores, de forma a triá-los, e admite medidas adicionais após uma recolha dos comentários. "Alguns podem mesmo configurar um crime", diz Côrte-Real. A Procuradoria-Geral da República adianta, contudo, que "até agora não foi instaurado qualquer inquérito".

http://www.publico.pt/Sociedade/pai-de-renato-seabra-em-nova-iorque-para-apoiar-o-filho_1476187

EXTRADIÇÃO DE RENATO



Extradição de Renato Seabra

"Mãe, preciso muito de ti, preciso muito de ti".

(Ver notícia completa no Jornal SOL)


PRECISA DE NÓS TAMBÉM!

Petição Pública

Fez asneira. Acabou com a vida de uma pessoa. Ninguém tem o direito de matar. No entanto, quem o conhece sabe que, numa situação de estado mental normal, o Renato não faria o que fez. Sob extrema pressão, algo fez despoletar uma crise que o levou a cometer aquele acto horrível que todos conhecemos e que a comunicação social não se cansa de expor...

Se tomarmos atenção a certos pormenores, mesmo no terrível dia do crime, e todo este processo demorado, toda esta "guarda" médica que o mantém detido no Hospital são sinais claros de que o Renato precisa de ajuda. Por Justiça, deve ser-lhe dada uma pena pelo que fez. Por caridade para com uma pessoa jovem, sem quaisquer antecedentes de rebeldia e violência e, neste momento, altamente vulnerável, deve ser proporcionada ajuda adequada, nomeadamente no que respeita à sua saúde mental.

É evidente que o seu estado mental não é dos melhores. Não está são. Se estivesse, não estaria há tantos dias sem alta do corpo médico do Hospital onde se encontra.

Está doente. Doente mental. Não, a doença mental não é - já foi! - aquele bicho que faz as pessoas serem "malucas", que devem ser quase que enjauladas, que fazia as pessoas verem os doentes mentais como "possuídos por demónios", perigosas, que devem ser afastadas e isoladas da sociedade.

É certo que determinados doentes mentais são perigosos. Mas para isso são tratados. Em sítios onde possam estar controlados e viver com alguma "normalidade"...

Mas... qual é o dever DE QUALQUER PESSOA para com os doentes? Seja para com os doentes mentais, com doentes oncológicos, terminais, seja para com doentes cardíacos ou apenas para com partiu uma perna? Não precisam TODOS ELES da nossa ajuda?

Agora....será que um jovem consegue superar e até tratar esta perturbação numa prisão norte-americana, longe da sua terra, dos seus costumes, da sua família?

É assim que queremos ajudar uma pessoa doente? Que sofre neste momento, não só por ter percebido a monstruosidade que fez, num momento de insanidade, mas por se ver nas condições em que se encontra e pensando no futuro que vai ter (ou não...)?

É assim que tratamos um filho da nossa terra?

Mesmo que seja condenado a prisão perpétua pela morte do cronista Carlos Castro, o Renato poderá vir a cumprir pena em Portugal. O país já recebeu portugueses a quem os Estados Unidos ditaram tal sentença, reduzindo-a para 20 e poucos anos.

Seria também uma forma de atenuar o sofrimento da familia. Nenhuma mãe deve estar separada do seu filho. Um cidadão português não deve estar preso longe do seu país e dos seus costumes.

Esperamos que no próximo dia 1 de Fevereiro, pelo menos 12 elementos do júri decidam que não existem provas suficiente para julgamento. Caso não aconteça, solicitemos às autoridades competentes a extradição do Renato para o seu país de origem e aqui cumprir justa pena.
(Trecho final do post adaptado do texto que faz parte da Petição Pública)

Se concorda, por caridade, assine a petição, clique aqui.

E mais uma vez peço orações por ele.

Virgem Santíssima, Refúgio dos Pecadores, rogai por nós!

http://saudedalma.blogspot.com/2011/01/extradicao-de-renato-seabra.html

ENTREVISTA COM O TIO DE RENATO



Mãe vende tudo para pagar a defesa de Renato Seabra

A mãe de Renato Seabra, autor confesso do homicídio de Carlos Castro, está a desfazer-se dos bens, incluindo a casa e os que resultarem de uma herança familiar, para financiar a defesa do filho. A moradia de Odília Pereirinha, no centro de Cantanhede, já exibia ontem uma placa com a indicação "vende-se".

José Malta, cunhado do manequim e porta-voz da família, confirmou ao CM que a casa se encontra à venda para fazer face aos custos com o processo, que são muito elevados. "Na ordem das centenas de milhar de dólares. Só com um tradutor ascendem a cem dolares/hora", diz. O julgamento nunca custará menos de 75 mil euros.

A moradia, com quatro quartos, poderá render entre 150 a 175 mil euros, segundo fontes do ramo imobiliário. Mas esta verba não será suficiente para pagar a defesa de Renato Seabra e suportar a estadia de familiares nos EUA, pelo que Odília Pereirinha vai vender também o património que receber de herança. Segundo a sua advogada, Paula Fernandes, a mãe do jovem "está a reunir-se com a família para ver o que pode ser feito, porque há uma herança ainda para partilhar".

Heleno Pereirinha, tio de Renato, residente em Canas de Senhorim, está disposto a ajudar: "A minha irmã vai gastar até ao último cêntimo para nada faltar ao Renato. Mas não é só ela. Também o resto da família está disposta a vender bens para ajudar. Temos aqui um apartamento e se for necessário vamos vendê-lo."

A família, ligada há muitos anos à ourivesaria, pondera ainda a hipótese de se mudar para os EUA e aí abrir um negócio. "Tudo é possível. O importante é encontrar fontes de rendimento alternativas, porque adivinha-se um processo judicial muito demorado e oneroso", diz Heleno Pereirinha.

A família está "a fazer todas as diligências", segundo a advogada, para reunir apoios. A abertura de uma conta de solidariedade é uma das formas de financiamento. Os pormenores estão a ser tratados, diz José Malta, que espera poder divulgar a conta nos próximos dias. A família vai criar um site para divulgar os custos do processo.

"RENATO FARTOU-SE DE SER PRISIONEIRO E EXPLODIU" (Heleno Pereirinha, 46 anos, tio de Renato Seabra)

Correio da Manhã - Quando soube do crime confesso do seu sobrinho o que é que lhe veio à cabeça?

- Lembrei-me logo da cadeira eléctrica, foi terrível. Andei muitas horas sem saber o que fazer, até conseguir falar com a minha irmã.

- O que levou o Renato a cometer o homicídio?

- Pois essa é a pergunta que todos fazem e ninguém consegue responder. Nem ele. Ele não devia estar a aguentar aquela vida de prisioneiro - não o deixavam sair do quarto, não lhe davam espaço, o luxo. Fartou-se da prisão até explodir de raiva. O Renato era uma pessoa inofensiva, incapaz que fazer mal a ninguém. Algo de muito grave aconteceu e ele passou-se.

- Isto está a ser um pesadelo para a sua irmã ...

- Só nós é que sabemos o que estamos a sofrer. A minha irmã é muito forte, uma lutadora, mas sempre foi mãe-galinha. A nós tenta não o mostrar, mas está destruída por dentro. Acho que pior coisa não lhe podia ter acontecido.

- Como foi o encontro dos dois?

- Impressionante. O Renato estava apático mas quando a viu deu-lhe um abraço tão forte que lhe transmitiu muita energia para enfrentar o futuro. Ele disse-lhe que nos amava a todos.

- Alguma vez o Renato lhe falou que era amigo de Carlos Castro e que ia com ele para os EUA?

- Não, nunca me falou nesse homem. Eu sinceramente não o conhecia porque não lia revistas do social. Ele disse-me que nos últimos tempos conheceu muita gente ligada à moda mas não me falou de ninguém em especial. Sabia que ia para os EUA mas em trabalho.

- O seu sobrinho é homossexual?

- Ponto prévio. Eu tanto gosto dele como sendo homossexual ou heterosexual. Mas julgo que ele gosta é de mulheres.

- Acha possível que o Renato querendo fazer carreira como modelo e sabendo que Carlos Gastro o podia ajudar, viveu uma vida dupla. Ou seja, fingiu ser gay só para agradar ao cronista e assim ter contrapartidas profissionais?

- [longo silêncio] Acho que não. O Renato era muito sincero e tinha uma vida clara. Para fazer isso tinha que ser um bom actor.

- Quando foi a última vez que esteve com o Renato?

- Três dias antes de viajar. Fomos a Cantanhede passar o Natal em casa da minha irmã e convivemos muito. Corremos e à noite fomos à discoteca Três Pinheiros [na Mealhada]. A última imagem que eu guardo dele é ele a dançar na pista agarrado a uma miúda. Estava muito feliz [não consegue segurar as lágrimas].

- O que esperam do processo judicial?

- Antes de mais ele é inocente até ser considerado culpado ...

- ... mas confessou?

- Confessou quando estava sob sedativos. Deram-lhe anestesia e depois é que lhe conseguiram a confissão. Se ele realmente cometeu o crime vai ter que ser castigado mas que o seja aqui, em Portugal.

- Vão tentar a extradição?
- Pelo que já li vai ser dificil mas vamos tentar tudo para que o Renato fique o mais próximo da família.

- A sua mãe, avó do Renato, tem 76 anos e é uma mulher doente. Contaram-lhe o que aconteceu com o Renato?

- Sim, o essencial. Doeu-me muito quando ela me disse que quando o Renato vier vai explicar tudo. Só em pensar que o Renato pode não voltar! .... [Quando o CM chegou a casa dos Pereirinha, em Canas de Senhorim, encontrou a avó do Renato a rezar o terço e começou a chorar].

- Continuam com queixas da falta de apoio por parte das autoridades portuguesas em Nova Iorque?

- Segundo a minha irmã o apoio foi muito pouco para não dizer nulo. Estas coisas podem acontecer em qualquer família e, por mais trágico que seja, todas os cidadãos devem ser apoiados fora do seu País. A minha irmã valeu-se de pessoas amigas. Se não fossem elas não sei como seria a vida dela em Nova Iorque.

- Quando voltar a ver o Renato o que lhe vai dizer?

- Tenho que o ir visitar rapidamente. Vou olhá-lo olhos-nos-olhos e dizer-lhe que estou com ele, que lhe vou dar força ... Sem fazer perguntas.

PORMENORES

ESTÁ A TRABALHAR

Odília Pereirinha voltou ao trabalho no Centro de Saúde de Cantanhede, onde é enfermeira. Ontem esteve de serviço durante a manhã.

DESORIENTADA

Segundo a advogada Paula Fernandes, a mãe de Renato Seabra está "extremamente abalada" e "desorientada".

AVÓ A REZAR

Rosa Freire, de 76 anos, avó do modelo, está "arrasada" e passa os dias a rezar o terço. "Trazem notícias do meu netinho?", pergunta.

IRMÃS REPUDIAM MONTEZ

As irmãs de Carlos Castro repudiaram ontem, em comunicado, "todos os actos e afirmações" de Cláudio Montez, amigo de Castro.

21-01-2011

http://www.vidas.xl.pt/noticia.aspx?channelId=83c1118f-0a09-426d-88d0-7a0980df951a&contentId=0b4e168c-9054-469d-af7a-5012d190b948



http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/paixao-fatal/odilia-vende-tudo-para-pagar-a-defesa-de-renato-seabra