BULLYING CRIME PÚBLICO
Monday, 21 February 2011
MARIA VIEIRA ACARINHADA NO BRASIL
Actriz portuguesa Maria Vieira acarinhada pelo público brasileiro
Maria Vieira, uma das estrelas portuguesas da novela da Globo "Negócio da China", conquistou a simpatia dos brasileiros.
“O reconhecimento do público já acontece no meu país natal, onde sou actriz há 27 anos. Mas fico fascinada com o carinho dos brasileiros, que é um povo extremamente alegre e positivo. Quando ando nas ruas, as pessoas chamam-me Dona Aurora (personagem que interpreta) ou portuguesa, é muito engraçado" - declarou à imprensa.
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Terça-feira, 06/01/2009
Maria Vieira comemora reconhecimento dos brasileiros
“Fui fazer um tour por favelas cariocas e fiquei impressionada com carinho do povo!”
Na ficção, ela é uma senhora amargurada e profundamente ligada ao dinheiro. Na vida real, esbanja sorrisos e otimismo. Por conta disso, mesmo interpretando uma personagem que foge do protótipo da boa moça, Maria Vieira, intérprete de Dona Aurora, conquistou os brasileiros. Mas o sucesso não é nenhum desconhecido para essa portuguesa, que há 27 anos iniciou a construção de uma sólida carreira como atriz em Portugal.
“O reconhecimento do público já acontece no meu país natal, onde sou atriz há 27 anos. Mas fico fascinada com o carinho dos brasileiros, que é um povo extremamente alegre e positivo. Quando ando nas ruas, as pessoas me chamam de Dona Aurora ou de portuguesa, é muito engraçado. Há pouco tempo, fui fazer um ‘tour’ pelas favelas do Rio de Janeiro e fiquei impressionada, todos foram muito carinhosos comigo!”, conta.
O início de tudo
A amizade com Miguel Falabella, autor de Negócio da China e de quem partiu o convite para a novela, teve início há cerca de cinco anos, em pleno carnaval do Rio de Janeiro.
“Miguel me conheceu há 4 ou 5 anos, quando vim para o Brasil cobrir o Carnaval para um programa de televisão português. Depois ele foi pra Portugal, conheceu meu trabalho, gostou e me fez o convite. O Miguel é maravilhoso. Além de ser um grande amigo, é um verdadeiro gênio”, elogia.
Transformação no visual
Há pouco tempo, Dona Aurora surpreendeu os habitantes do Parque das Nações quando trocou o preto das roupas de luto por peças claras e coloridas, que deram um “up” em seu visual. No entanto, na opinião de Maria, a única mudança pela qual a portuguesa passou até agora foi externa.
“Por dentro Dona Aurora ainda não se transformou, a ambição e a ganância estão enraizadas nela há muito tempo e isso é difícil de mudar. Acho que ela mudou por estar no Brasil, onde não ia combinar ficar vestida de preto o tempo todo. Ela ficou mais alegre e vistosa, mas no fundo ainda é muito fechada”, analisa.
Sunday, 20 February 2011
GALA SANTARENO 2010
“Cimeira” do teatro português na V Gala Santareno em Santarém – VÍDEOS E FOTOS
“Isto parece a cimeira do teatro português, mas sem o aparato da segurança”, comentou bem-humorado o actor Rui Mendes, ao olhar para a plateia do Teatro Sá da Bandeira, onde se reuniram alguns dos mais prestigiados nomes do teatro português. Na V Gala Santareno, os actores Rui Mendes e Ana Paula foram distinguidos com os Prémios Santareno de Teatro 2010 na categoria Carreira.
O fantasma da crise e os seus efeitos na cultura, com os cortes nos apoios ao teatro, estiveram presentes em muitas das intervenções dos premiados. “Tive a felicidade de ser amigo do Bernardo Santareno, uma pessoa alegre, viva enérgica, mas também com as suas dificuldades e angústias”, contou Rui Mendes. “Bernardo Santareno, o melhor dramaturgo do século XX, nasceu em 1920 e morreu em 1980, e passou a vida a escrever e a tentar que as suas peças fossem representadas no pior tempo da vida deste país”, sublinhou o actor, considerando que “ainda é um autor maldito”.
Francisco Moita Flores considera que “é ruim cortarem na cultura, porque a cultura é a raiz mais profunda da nossa identidade. Hoje, 36 anos após o 25 de Abril, temos pela frente um caminho afunilado e não sabemos como vamos sair dele. Mas os dias em que Rui Mendes recusou receber um prémio de teatro porque não havia liberdade, os dias em que Bernardo Santareno via as suas peças serem proibidas e censuradas, esses dias não voltarão”. O presidente da Câmara acredita que “pesem embora os sacrifícios, o teatro vai florescer, com a dádiva e a generosidade das pessoas do teatro, porque todos nós precisamos desta capacidade de sonhar as utopias da igualdade e fraternidade”.
Atribuídos pela Câmara de Santarém e pelo Instituto Bernardo Santareno (IBS), os Prémios Santareno de Teatro distinguiram na categoria Interpretação, os actores Custódia Gallego, pela sua interpretação na peça “Vulcão”, e Nuno Lopes, pelas interpretações em “A Cidade” e “Num dia como os outros”.
A peça “A Cidade”, pelo Teatro da Cornucópia com encenação de Luís Miguel Cintra, foi a distinguida na categoria Espectáculo.
Os jovens actores Sara Prata, em “As muralhas de Elsinore”, e Graciano Dias, em “O Príncipe de Homburgo”, recebem o prémio Revelação, indo este ano os prémios especiais para o projeto “PANOS Palcos Novos Palavras Novas”, da Culturgest, e para o Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica (FITEI).
O presidente do Instituto Bernardo Santareno, Vicente Batalha recebeu o prémio especial de Encenação pela peça “A Promessa”, de Bernardo Santareno.
Os Prémios Santareno de Teatro foram entregues numa gala que se realizou no domingo, 21, no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, e que contou com a participação de artistas como a soprano Ana Paula Russo, o pianista Nuno Lopes, a fadista Cristina Branco, os jovens bailarinos Funky Flex Crew, o grupo de dança Fresh Flava, a Grande Orquestra José Santos Rosa e o Coro dos Pequenos Cantores de S. Francisco. A gala foi apresentada pelos actores Cláudia Semedo e José Afonso Pimentel.
Segunda-feira, Novembro 22nd, 2010
Posted by Bruno Oliveira TVRibatejo
http://www.oribatejo.pt/2010/11/%E2%80%9Ccimeira%E2%80%9D-do-teatro-portugues-na-v-gala-santareno-em-santarem-fotos/
HISTÓRIA DO TEATRO PORTUGUÊS por DUARTE IVO CRUZ
História do Teatro Português
Edição/reimpressão: 2001
Páginas: 352
Editor: Verbo
ISBN: 9789722220521 27,75
Sinopse
Dividida em duas partes – a primeira abrange o período que vai de 1193 a 1893, a segunda aborda todo o século XX – esta História do Teatro Português representa mais de 30 anos de estudo, pesquisa e reflexão do autor nessa área. Não se trata porém de uma obra puramente historicista, factual ou objectiva – um levantamento de nomes, de títulos, de movimentos – porque sobre eles se exerce o espírito crítico do autor. Na sua já longa actividade, publicou ele, ao lado de estudos de carácter geral, ensaios consagrados a dramaturgos contemporâneos.
Saturday, 19 February 2011
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