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Sunday, 2 February 2014
Saturday, 25 January 2014
Monday, 20 January 2014
JORGE NUNO DE SÁ: QUEIXA POR VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Polícia recebeu queixa de violência
doméstica no dia 12 de Julho às sete da manhã. Jorge Nuno de Sá é casado desde
Janeiro, mas atravessa uma fase de separação.
Segundo fonte da PSP, o ambiente na residência do casal estava calmo, apesar
do jovem massagista apresentar "escoriações no pescoço e dizer que o marido o
tinha tentado asfixiar". Porém, a mesma fonte garantiu ao DN que o marido do
antigo presidente da JSD encontrava-se "embriagado".
Contactado pelo DN, o social democrata - actualmente coordenador para a
educação na Junta de Freguesia de Alcântara, em Lisboa - negou as acusações.
"Não falo da minha vida privada, mas nunca agredi ninguém."
Carlos Maceno, de 25 anos, não quis igualmente comentar o assunto, mas
adiantou ao DN que está separado do marido.
Sunday, 19 January 2014
TRAGÉDIA DO MECO: PACTO DE SILÊNCIO
Meco: Jovens sabiam que "iam entrar na água"
Sob anonimato, um jovem colega dos seis estudantes da Lusófona que perderam a vida na praia do Meco, em Sesimbra, revelou ao Jornal de Notícias, que “eles sabiam que” naquela noite “iam entrar na água”. Por isso, acrescenta, “deixaram os telemóveis em casa”. Esta ação faria, segundo o mesmo testemunho, parte de um ritual de praxe liderado pelo único sobrevivente.
“É normal este tipo de rituais. Sei lá: saltar ondinhas. Lá [na Lusófona], sabemos, que o João contou que foi isso que fizeram”, acrescenta a mesma fonte, referindo ter sido essa a razão que os levou a deixar "os telemóveis em casa".
De acordo com o Jornal de Notícias (JN) de hoje, a jovem foi interrompida nas declarações que proferia por dois colegas, quando estes perceberam que estava a quebrar ‘o pacto de silêncio’ que impera entre os estudantes.
O único sobrevivente, João Gouveia de 23 anos, seria o líder deste ritual de praxe e, por isso, o único que tinha consigo o telemóvel. Entretanto, revela o JN, foi destituído de ‘Dux’ da Comissão de Praxes da Lusófona.
Depois da missa campal no local da tragédia, na praia do Meco, a familiar de uma das vítimas, em declarações ao jornalistas, apelou a que o jovem que sobreviveu conte o que aconteceu naquela noite seja “através de um psicólogo, um advogado, ou da comunicação social”.
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PRAXES ACADÉMICAS,
UNIVERSIDADE LUSÓFONA
Saturday, 18 January 2014
BULLYING: O SUICÍDIO DO NELSON
"A escola achou que eram coisas de canalha"
Publicado em 2014-01-15
EMÍLIA MONTEIRO
"A escola vai ficar mal neste filme", disse ao JN o padre José Costa, pároco de Adaúfe, a freguesia onde Nélson Antunes vivia com a família. "Alguns colegas da escola alertaram para o facto do Nélson ser constantemente maltratado por um grupo de jovens", afirmou o sacerdote. "Sei que foram dados sinais de alerta e que a escola não os terá valorizado. Ele não se queixava, resignava-se mas alguns colegas revoltaram-se com a situação e falaram com professores e responsáveis da escola mas, pelos vistos, a escola achou que eram coisas de canalha e não ligou", disse o pároco de Adaúfe.
José Costa conhecia bem o jovem de 15 anos. Foi ele que o batizou e foi em Adaúfe que frequentou a catequese até ao sexto ano. Foi também o padre José Costa que esta terça-feira lhe fez o funeral e, na curta homilia, disse às mais de 100 pessoas presentes na missa que o jovem tinha deixado a comunidade "em condições inquietantes".
"Cada um que pense no que pode ter causado esta situação e esta morte. Não para julgar mas para evitar outros casos", referiu.
Jovem de poucas palavras
Nélson vivia com a mãe, um irmão mais novo e uma meia-irmã, mais velha. O pai era emigrante mas ainda estava em Braga a passar férias. De poucas palavras, o jovem contou à família (e os amigos confirmaram) que, há dias, num intervalo, um grupo de colegas o tinha despido num intervalo. "Ele ficou em cuecas, apanhou a roupa, vestiu-se e foi para as aulas sem dizer nada", recordou um colega de turma que relatou, posteriormente, a situação a um professor.
Com os telemóveis e o seu misterioso desaparecimento, o silêncio reinava. "Ele dizia que os perdia mas toda a gente sabia que alguém os roubava", frisou outro colega presente ontem à tarde no funeral.
Na Escola EB 2/3 de Palmeira, o jovem recebia acompanhamento psicológico para o ajudar "nos problemas de falta de atenção" que foram sinalizados nas aulas. "O Nélson era um rapaz diferente, que não reagia às piadas que faziam sobre ele e que não se interessava muito pelas aulas", disse ao JN uma docente da escola coordenada por Fausto Farinha, antigo responsável da Direção Regional de Educação do Norte (DREN).
Friday, 17 January 2014
Wednesday, 15 January 2014
Tuesday, 14 January 2014
BULLYING: SUICÍDIO EM PALMEIRA
Notícia atualizada às 12:38
Um jovem de 15 anos, residente em Adaúfe, Braga, suicidou-se no último sábado, por alegadamente sofrer bullying na escola. O rapaz deixou duas cartas, uma à mãe e outra à namorada, onde eplicava as razões do suicídio.
Nélson frequentava a Escola EB 2,3 de Palmeira, onde recebia apoio psicológico. A escola não se pronuncia sobre o sucedido, mas, de acordo com o «Correio da Manhã» (CM), estão já a ser feitas diligências para apurar as suspeitas de bullying. Um amigo da vítima relata ao jornal que «uma vez até o puseram todo nu no recreio da escola».
Colegas e vizinhos afirmam que o rapaz se queixava com frequência e que falava muitas vezes em desistir.
O caso de Nélson traz à memória o de Leandro, o menino de 12 anos que se atirou ao rio Tua, em março de 2010, depois de ser maltratado por colegas de escola.
«É preciso apostar na prevenção»
Recusando-se a falar do caso em concreto, a Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP) reage a esta notícia com preocupação e deixa o alerta para a necessidade de refletir sobre o assunto. «É um momento que nos obriga, mais uma vez, a pensar sobre o fenómeno do bullying nas escolas. Na sociedade em geral, mas sobretudo nas escolas. É preciso apostar na prevenção», alerta Jorge Ascenção, presidente do Conselho Executivo da CONFAP, em declarações ao tvi24.pt.
O responsável sublinha ainda a necessidade de mais técnicos especializados nas escolas públicas para se poder acompanhar de perto situações como a de Nélson. Jorge Ascenção vinca que a própria CONFAP tem levado a cabo sessões de esclarecimento junto da comunidade escolar sobre o assunto, mas que isso não chega. O dirigente alerta ainda que a situações como esta não são alheios os cortes no setor da educação: «podem não potenciar, mas não ajudam a evitar. A redução de psicólogos, de operacionais, o aumento de alunos por turma e também a dificuldade que a escola tem em envolver a comunidade potenciam a prevalência situações de bullying».
Jorge Ascenção acrescenta ainda a importância de se trabalhar com o agressor. «Temos, obviamente, de apoiar e proteger as crianças e jovens que são vítimas, mas quem precisa, muitas vezes, é o agressor», diz, alertando para a desvalorização de certas situações consideradas «normais entre crianças», que «degeneram em situações mais graves».
«A gravidade de cada situação depende de cada criança. Umas suportam melhor as agressões que outras», acrescenta.
5% dos portugueses assumem-se vítimas
A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima - APAVpublicou, esta segunda-feira, no seu canal do Youtube, um filme que faz parte de uma campanha anti-bullying, levada a cabo em parceria com o Disney Channel Portugal. No vídeo, co-protagonizado pelas estrelas da série juvenil «Violetta», a APAV lança o apelo «Quebra o teu silêncio».
Mais de um quarto dos portugueses dizem conhecer alguém que já foi vítima de stalking (perseguição), cyberstalking (perseguição na Internet), bullying e cyberbullying (violência presencial e na Internet) e 5% assumem já terem sido vítimas. Uma sondagem da Intercampus, realizada em Julho de 2013 por sulicitação da APAV, mostra que mais de 80% da população desconhece o significado de stalking.
A sondagem realizada através de 1014 entrevistas presenciais, mostra que na maioria das vezes tudo acontece em ambiente de escola (em 55% dos casos os agressores são colegas de escola). Mas também há situações (13%) em que o agressor é um vizinho ou mesmo um desconhecido (10%).
Monday, 13 January 2014
Wednesday, 1 January 2014
GAYS ADMITIDOS NOS ESCUTEIROS DO ESTADOS UNIDOS
A Boy Scouts of America vai se rmais inclusiva política mais inclusiva, mas proíbe os escuteiros de usarem a sua farda em causas políticas ou sociais - como, por exemplo, uma parada de orgulho gay
Olivier Douliery/Abaca Press/MCT
Para os escuteiros americanos, 2014 vai ser, verdadeiramente, um ano novo. A partir desta quarta-feira, 1 de Janeiro, a maior organização de escutismo dos Estados Unidos, Boy Scouts of America, começa a admitir jovens homossexuais, graças a uma mudança nos estatutos desta instituição centenária que até agora proibia a integração de elementos “admitidamente ou publicamente homossexuais”.
A nova política vem culminar o que foi um ano histórico para o avanço dos direitos dos gays nos Estados Unidos — para além do acórdão do Supremo Tribunal, que considerou inconstitucional uma lei federal que impedia cidadãos homossexuais de terem os mesmos benefícios (isenções fiscais, pensões, etc.) que cidadãos heterossexuais, em 2013 o número de estados que legalizaram o casamento gay aumentou de dez para 18.
A decisão da Boy Scouts of America (BSA) foi aprovada em Maio, com 60% de votos favoráveis dos 1400 membros do Conselho Nacional daquela organização, despoletando um tenso debate nacional. Algumas igrejas, que apoiavam ou deixavam os grupos de escuteiros locais usar os seus serviços, cortaram os laços que mantinham há muito com essas unidades por causa da nova política. Alguns escuteiros que se opõem à mudança de estatutos abandonaram a BSA. Uma organização alternativa, com uma forte influência religiosa, foi formada no rescaldo da votação para acolher ex-elementos da BSA. A Trail Life USA começa a funcionar no dia 1 de Janeiro, quando a nova política de admissão da BSA entra em vigor. Mas este grupo não admitirá jovens homossexuais, disse à NBC News o seu director, um antigo chefe de escuteiros da BSA, John Stemberger.
Política nova, novas regras
Segundo a Associated Press, numa tentativa de tornar a transição o mais suave possível e antecipar algumas das preocupações ou objecções que podem ser levantadas pelas famílias — ou pelos próprios escuteiros —, a BSA divulgou um documento extenso sob a forma de perguntas e respostas a propósito da nova prática. As questões abordadas vão do activismo gay à partilha de balneários e tendas. Entre as regras estabelecidas pela nova política está a proibição de os escuteiros usarem a sua farda em acções políticas e sociais (como, por exemplo, uma parada de orgulho gay).
“Um jovem elemento é livre de anunciar a sua preferência sexual, mas isso não deve transformar-se numa distracção, o que pode incluir a defesa, promoção ou a distribuição de informação com uma natureza sexual”, diz o documento.
“Um jovem elemento é livre de anunciar a sua preferência sexual, mas isso não deve transformar-se numa distracção, o que pode incluir a defesa, promoção ou a distribuição de informação com uma natureza sexual”, diz o documento.
No que diz respeito a balneários, a BSA recomendou que os seus agrupamentos ofereçam maior privacidade individual, a começar pelo abandono da tradição de duches colectivos. “Os chefes adultos têm a autoridade para organizar horas e equipamento para duches privados”, diz a BSA. A organização nota ainda que “se um escuteiro ou os pais de um escuteiro requisitarem que ele não partilhe a mesma tenda com outro escuteiro, os seus desejos devem ser honrados”.
Apesar da nova política, a BSA continuará a excluir adultos homossexuais de posições de chefia. Em Abril de 2012, Jennifer Tyrrell foi expulsa do grupo de lobitos que integrava o seu filho, e o qual dirigia, no Ohio — a nova política não vai mudar nada em relação ao seu caso. Desde então, Tyrrell tornou-se no rosto de uma campanha apoiada por organizações gay e celebridades como Madonna apelando ao fim dessa política discriminatória na BSA. Existem cerca de um milhão de dirigentes adultos e 2,6 milhões de jovens escuteiros nos Estados Unidos.
A BSA espera que a nova política seja um não-acontecimento, comparável ao pânico infundado da véspera do ano 2000, quando se previu que o chamado “bug do milénio” iria lançar os sistemas informatizados — e o mundo — no caos. “A minha esperança é que tenha o mesmo efeito a 1 de Janeiro que teve o pânico do Y2K”, disse à Associated Press Brad Haddock, um membro da direcção da BSA que preside ao comité de implementação da medida. “Que seja um dia como outro qualquer, em que não acontece nada, para podermos continuar com as nossas vidas.”
Sunday, 29 December 2013
CÃO SAMARITANO
Cão não abandona amigo morto no meio da estrada
Imagens do «bom-samaritano» estão a emocionar as redes sociais.
Um cão recusou-se a abandonar o seu amigo morto no meio de uma estrada movimentada na China, debaixo de temperaturas de -15º.
O cão foi atropelado mortalmente por um carro, no dia 22 de dezembro, e o amigo permaneceu a noite inteira ao lado do seu amigo, recusando-se a mover-se.
Uma moradora, Ma Hongyang, colocou um banco ao lado dos dois cães para evitar outra morte. «É nosso. Colocámo-lo ali para protegê-los de outro atropelamento», afirmou à «Sky News».
«O cão esteve ao lado do seu amigo a noite toda. Os motoristas tiveram cuidado e não os atingiram», revelou outro morador de Yinchuan.
Depois de terem passado a noite no meio da estrada, os cães foram recolhidos por um dono de um restaurante. O homem levou o cão morto e o «bom-samaritano» acompanhou o amigo. Após o cão ter sido enterrado debaixo de uma árvore num parque local, o «bom-samaritano» desapareceu.
Friday, 27 December 2013
FIM DOS DINHEIROS PÚBLICOS PARA AS TOURADAS
Associação contesta financiamento público
Touradas recebem 16 milhões de euros
O movimento de cidadãos "Fim dos Dinheiros Públicos para as Touradas" manifestou esta terça-feira repúdio ao primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, face aos cerca de 16 milhões de euros do Estado aplicados nas touradas.
"A tauromaquia é uma atividade vegetativa que não gera riqueza e é incapaz de subsistir por si própria. Não faz sentido que continue a ser beneficiada uma minoria e meia dúzia de famílias em detrimento de outras áreas carenciadas como a educação ou a saúde", disse Inês Real, uma das porta-vozes da iniciativa, após reunião, na residência oficial do líder do Executivo, em São Bento.
Cerca de 16 milhões de euros em fundos comunitários, públicos e, sobretudo, locais, é o valor estimado de apoios às atividades taurinas, segundo estudo apresentado pelo referido movimento, vencedor da segunda edição de "O Meu Movimento", no Portal do Governo, que gerou 324 iniciativas e 33 mil apoiantes.
Wednesday, 25 December 2013
Tuesday, 24 December 2013
PERCUSSIONISTA DA BANDA DE CARLOS SANTANA SEM ABRIGO
É a história que está a comover o mundo neste Natal.
Enquanto preparava a história de uma nova reportagem, um jornalista de São Francisco conheceu Marcus Malone, o sem-abrigo que outrora foi o percussionista da banda original de Carlos Santana. O repórter acabou por conseguiu reunir os dois amigos, separados há várias décadas mas que agora até vão voltar a gravar juntos.
Marcus 'O Magnífico' Malone, como era conhecido, vivia nas ruas de Oakland há já mais de 40 anos. Conheceu Stanley Roberts, da KRON-TV, um dia em que este ali foi para gravar mais um excerto para a peça sobre despejos ilegais.
Contou-lhe que, antes de ir viver para a rua, fazia parte da banda de blues de Carlos Santana. Dizia até que, a banda original do famoso guitarrista teve o seu começo na garagem da casa onde vivia com mãe, no final dos anos 60. Embora um pouco cético relativamente às afirmações do sem-abrigo, Stanley acabou por confirmar a história e, na passada sexta-feira, levou Santana para fazer uma surpresa ao velho amigo.
Marcus 'O Magnífico' Malone, como era conhecido, vivia nas ruas de Oakland há já mais de 40 anos. Conheceu Stanley Roberts, da KRON-TV, um dia em que este ali foi para gravar mais um excerto para a peça sobre despejos ilegais.
Contou-lhe que, antes de ir viver para a rua, fazia parte da banda de blues de Carlos Santana. Dizia até que, a banda original do famoso guitarrista teve o seu começo na garagem da casa onde vivia com mãe, no final dos anos 60. Embora um pouco cético relativamente às afirmações do sem-abrigo, Stanley acabou por confirmar a história e, na passada sexta-feira, levou Santana para fazer uma surpresa ao velho amigo.
Monday, 23 December 2013
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